SER VOCÊ

Refletindo sobre as possibilidades de "ser você", comecei a imaginar o que é não ser você.

As pessoas se reconhecem nas outras: nos sonhos das outras, nos desejos das outras, nas fantasias das outras.

Raramente, quando perguntamos as pessoas sobre seus sonhos, elas respondem sobre o que de fato desejam, frequentemente respondem sobre o que querem possuir; um  tipo de carro, uma casa, dinheiro. Dificilmente as pessoas falam sobre SEUS sonhos, aspirações pessoais e aquilo que lhes faz bem.

Nós damos muita satisfação às pessoas, por que acreditamos que o modo como elas vivem, ou nos veem é o melhor para nós. Quem disse Berenice?

Você quer realmente ser feliz como os outros são?
Quanto custa isso?

Quanto custa ser "o melhor", por que você tem de provar aquilo que você não é?
Quanto custa ser o mais competente, o mais bem sucedido, mais rico, mais belo?

Então percebi que eu posso ser melhor, sem ser "o melhor".

Posso ser competente, bem sucedido, rico e belo, sem ser igual ou melhor do que ninguém, por um simples fato, e isso é o que me diferencia de você, é que eu não sou você.

Então SER VOCÊ é só isso, não ser eu e nem outra pessoa qualquer.

Descubra suas competências e seus sonhos e, se puder, realize-os sem medo de ser feliz.

 

Dicas legais - Reflitamos - Recife/ PE

Pergunta feita a Divaldo Franco:

Uma pessoa que apresenta características mediúnicas que deve desenvolver e não consegue por vários impedimentos, pode tentar educar-se sozinha para ajudar os outros?
 
Resposta:

Pode, mas não deve. Pode porque o desenvolvimento é interior. Deve estudar a doutrina, pratique os seus ensinamentos, procure concentrar-se, mas não exerça a mediunidade a sós porque é um grande risco: pode ser vítima de embustes espirituais, de mistificações por ser o médium passivo. O médium necessita de alguém para avaliar o que ele produz. Se o médium ficar preocupado na avaliação ele perde as possibilidades da concentração porque uma mente não pode fazer duas coisas simultaneamente.

Meditação além do mecanicismo religioso.

“Mas, não se iluda! Quem vive 24 horas plenificado pelas coisas do ego — ganâncias, egoísmos, luxúrias, divertimentos profanos — não pode esvaizar-se, desegoficar-se, em meia hora de meditação; esse se ilude e mistifica a si mesmo por um misticismo estéril. É indispensável que o homem queira fazer uma meditação fecunda e eficiente, viva habitualmente desapegado das coisas supérfluas e se sirva somente das coisas necessárias para uma vida decentemente humana. Luxo e luxúria são lixo e tornam impossível uma vida em harmonia com o espírito do Cristo e do Evangelho.
O homem que queira ser crístico, não apenas cristão, necessita de viver uma vida 100% sincera consigo mesmo, e não se iludir com paliativos e camuflagens que lhe encubram a verdade sobre si mesmo.”.

Conflitos de posse e não posse.

O verdadeiro abandono, porém, não consiste em uma fuga ou deserção externa, mas sim em uma libertação interna. Pode o milionário possuir externamente os seus milhões, e estar internamente liberto deles — e pode, também, o mendigo não possuir bens materiais e, no entanto, viver escravizado pelo desejo de os possuir, e, neste caso, é ele escravo daquilo que não possui, assim como o milionário pode ser livre daquilo que possui. Este possui sem ser possuído — aquele é possuído pelo que não possui. O que decide não é possuir ou não possuir externamente — o principal é saber possuir ou não possuir. Ser rico ou ser pobre são coisas que nos acontecem, de fora — mas a arte de saber ser rico ou de ser pobre, é algo que nós produzimos, de dentro. O que nos faz bons ou maus não é aquilo que nos acontece, mas sim o que nós mesmos fazemos e somos.
A verdadeira liberdade, ou seu contrário, consiste numa atitude do sujeito, e não em simples fatos dos objetos.
... Ser rico não é pecado — ser pobre não é virtude.
Virtude ou pecado é saber ou não saber ser rico ou pobre.
                                                                                                                              Humberto rohden

Vamos tentar?


 

Patético ou Sensato - Aracajú/ SE


Outro dia li um artigo que questionava as pessoas que não gostam de dinheiro.
Eu entendi o artigo em quatro pontos fundamentais:

  1. Desconfiar de quem não gosta de dinheiro;
  2. Quem tem dinheiro tem amigos;
  3. Está sempre com lindas mulheres;
  4. Tem segurança.

O grande problema, em relação ao dinheiro, é que sempre imprimimos juízo de valor moral ao mesmo e não as pessoas pelo seu uso.     
   O que move os assassinos de pais, parentes e amigos? O “maldito dinheiro” ou uma ganância incontrolável  pela ausência de valores de conquista real? Os fins justificam os meios? Ter dinheiro a custas de crimes ou corrupções, sobre a desgraça alheia, como os fraudados sem teto, sem hospitais, sem empregos, sem dignidade humana?
   Também não acredito em quem diz que não gosta de dinheiro. Mas, também não acredito em quem diz que só gosta de dinheiro.
   Conheci uma pessoa que usou a própria mãe para fazer falcatruas e sonegar impostos. A velha quase vai para a cadeia e só se livrou por conta da idade e de uma jogada da natureza; sua “sócia”, uma empregada da casa, tão inocente quanto ela, morreu antes da conclusão do processo e foi responsabilizada. Ficou apenas a vergonha para uma pobre velhinha de mais de  setenta anos.
   Outro dia um grande empresário brasileiro suicidou-se. Não o conhecia, nem sei se gostava só de dinheiro, mas, por tê-lo, poderia ser mais feliz e tentar uma solução mais saudável.
   Então, o juízo de valor não pode ser feito sobre o dinheiro, mas o caráter daqueles que o buscam.
  Como não valorizar as conquistas e riqueza de um Abílio Diniz, João Carlos Paes Mendonça, entre outros. Claro, as conquistas da ciência, da tecnologia, como as desenvolver sem o dinheiro?
   Quanto a amigos... Conheço de perto a história de um empresário que perdendo tudo, os seus amigos, de outrora, se foram; ele precisou de mais de sete anos de abandono, coragem e espírito empreendedor para se erguer. Hoje, valoriza muito mais o dinheiro e tem selecionado melhor seus amigos. Tornou-se uma pessoa mais caridosa e útil aos seus funcionários, compreende que dinheiro deve ser compartilhado e deve gerar conforto para todos. Garanto que existem muitas histórias iguaizinhas pelo mundo. E não é aquele pieguismo nostálgico: “só quem ficou foi o caseiro”. Não. A realidade nua e crua é que o caráter dos perversos ignora qualquer interesse que não seja o próprio interesse e, para esses, o fim justifica os meios.
   Conheci um empresário de sucesso que ao ver um dos seus clientes em decadência, porém, conhecendo o caráter deste outro comerciante, ao invés de abarcar seu patrimônio e decretar a destruição total do mesmo, pagou sua dívida ao banco, vendeu mais mercadoria no valor da dívida e recuperou a empresa quase falida. Eu ouvi esta história do próprio beneficiado que naquele momento tinha os olhos cheios de lágrimas. Segundo ele, não era o primeiro a quem o empresário houvera socorrido. Este é o dinheiro útil! Que move as economias. Que move o bem, o dinheiro social.
   Quanto a mulheres, segurança, emoções; fico me perguntando o quanto jogador “fenomenal” estava feliz quando foi para um motel com um travesti “ por engano”, após uma noite de bebedeira. Ou, às vezes, o quanto deveriam estar felizes os ricos que morreram assassinados por garotos de programas, em seus apartamentos de luxo, após consumirem drogas.
   Ou seja, dinheiro nem é bom, nem ruim. Quem somos é o que  imprime valor ao mesmo. Talvez não seja o altruísmo absoluto de um Chico Xavier, nem, tão pouco, a ambição desmedida de uma pessoa que mata os seus pais.
   Dinheiro pode reunir os piores ou os melhores valores da criatura humana.
   Ambiciosos, saudáveis, sensatos, quem sabe, como você e eu.

Vamos refletir?

Punta Cana - Republica Dominicana

Buenos dias Princesa.

Estou gostando muito daqui, mas estou com saudades.
Os dominicanos são muito gentis e amistosos. Em toda ilha nos atendem com presteza e alegria.
Aqui é um paraíso. As águas são transparentes mesmo e o sol é maravilhoso.

Não fiz nenhum passeio especial, mas tem muitas variedades deles: Para a ilha que foi filmado "A Lagoa azul", mergulho com golfinhos, arrais e tubarões. Pesca, mergulho e outras atrações aquáticas. Mas o hotel já é uma atracão. A beira mar e o conjunto de piscinas é muito bom. Tem academia de ginástica, discoteca - assim mesmo que eles chamas as boates - Casino, para quem joga, SPA. Campo de futebol, Golfe, tênis e pista de corrida. Todos os restaurantes são livres, alguns atendem vinte e quatro horas. A noite escolhemos o tipo que preferimos; Espanhol, Francês, Mexicano, Gaúcho, Japonês, este é um evento a parte; o cozinheiro faz a comida em nossa frente fazendo brincadeira com a chapa de assar. Tem Lojas com grandes variedades e é claro os Brasileiros compraram quase tudo.

Estaremos voltando sábado, só não sei a hora, os voos tem muito atraso nesses casos.
Vou tentar enviar fotos do que for possível.

E não precisa chorar é só ser feliz.

Educação na vida - Recife - PE

Bom dia! Princesa.

Lembra lá no começo do nosso blog, quando escrevi que a saída está nos princípios?
Claro que não lembra!

Estou voltando a refletir sobre os temas educação, princípios morais e informação.
Até onde vai a loucura das pessoas? O tema está ligado aos três anteriores,
Educação no lar(doméstica),
Educação na escola(acadêmica e de socialização) e
Educação religiosa(moral Cristã).
A partir deles tudo será conseqüência. Porém, Na falta destes elementos de virtude e formação de princípios, adquirimos vícios que são contrários aos mesmos;
No lar nossa individuação tornou-se individualismo.  Parece que a pessoa precisa ser independente a todo custo, da maneira mais negativa e não necessita de ninguém, não busca referência, não tem exemplos a serem seguidos.
Na escola não somos mais indivíduos sociáveis, somos individualistas competentes e concorrentes um do outro. O importante é ser o primeiro, se destacar dos outros, conquistar as coisas o mais rápido possível, não importa a que preço.
Na religião, não existe religiosidade! Nossos filhos já não vão mais à igreja, ao templo, ao centro, não importa qual seja a instituição, a religião não se apresenta na conduta, no indivíduo, mesmo que ele esteja indo à "casa de Deus".
Eu acredito que o grande problema seja exatamente este: Não estamos mais indo ao encontro com o Deus. Por mais que para alguns isso pareça piegas, ter Deus não se trata de algo apenas religioso, a não ser que você acredite que Deus seja um velhinho de barbas brancas sentado num trono no céu. Ter Deus significa ter entusiasmo, esperança, alegria, gostar de viver. É sentimento do bem, da consciência tranqüila. Outro dia eu ouvi um padre dizendo: "O coração satisfeito em Deus. Ser feliz com Deus é ser feliz com o que se tem. Quem não tem Deus está sempre insatisfeito"!

Quanto você está feliz sem ser competitivo e sendo mais cooperativo.
Conquistas devem gerar satisfação e não consciência de culpa.

Pense nisso

Finalmente o ano começou - Belo Horizonte / MG

Bom dia Princesa.

Pronto! O ano começou.

Dizem que no Brasil o ano só começa depois do carnaval.
Então vamos lá; Pé na tábua, mãos a obra, vamos pra frente que atrás vem gente..
Até eu Estou voltando com o Blog. Desta vez é de verdade.

Claro que ninguém parou, foi só uma freadinha: férias, carnaval e viagens. Agora os projetos começam com força total.

Então não esqueça:

  1. Crer em Deus – Espiritualidade – Uma força maior – Um ser superior. Não importa. Sendo ateu ou materialista não dá para ter fé. Este é o primeiro e fundamental ponto da fé;
  2. Acreditar na força das coisas, na construção do conhecimento, no seu esforço e principalmente no retorno do trabalho;
  3. Aceitar as coisas como são e tirar proveito das experiências, positivas e negativas. Mudar as que forem possíveis;
  4. Principalmente, ter fé em sua capacidade de conseguir;
Mantenha sempre:
  • Disciplina;
  • Solidariedade;
  • Compaixão e Piedade.
Esteja sempre pronta a recomeçar.

E não precisa chorar é só ser feliz.

O fim está próximo - Recife/ PE

É verdade! Tudo está no fim;

É o fim do mês;
O fim das férias;
O fim do salário deste mês;
O fim da novela das oito. A outra já começou;

E o pior é que o BBB está no ar!
Já teve até paredão.

Começo e fim são perspectivas temporais, relacionadas à nossa idéia de nascimento e morte, na verdade, não existe nem começo nem fim, tudo é contínuo, quando se trata de tempo.
Porém, nossa visão de começo e fim nos ajuda a manter o entusiasmo, por que precisamos ver o resultado dos nossos empreendimentos,  mantermos nossa auto-estima elevada e ver, na prática, as nossas conquista imediatas.

Fevereiro vem aí e vamos começar tudo de novo e terminar no dia vinte e oito.

Antes que janeiro termine vamos revisar nossas perspectivas, objetivo e projetos e rezar para o BBB terminar primeiro.